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Mostrando postagens de Junho, 2012

Ilusões da Bílis

Os sentidos licenciaram-se! Pobres sentidos que dependem de algum tipo de prazer para alimentar o grão mestre "cérebro".
Momento de intuspecção tomado por descontentamento:
Esteve a vida na contramão. Nunca teve lugar seguro nem em si nem nos outros. Está cego mais uma vez. Um mundo louco desprovido de sim e de não. Sem a pauta da verdade ou do erro. Ah esse mundo... As ilusões não são mais somente suas ilusões. Se tornaram pechas daquela existência; um desastre do imo sobressaindo às vistas dos que não conhecem outras formas de entendimento e se reconhecem como detentores da razão. Ah conhecimento... De nada serve o quando não há possibilidade de permutar em tempo presente. A bílis não espera!  Os conflitos: ternos degraus da mente; companheiros mais queridos - nada diz de novo. Sobras de inúmeras incertezas podem ser úteis - talvez. Não mais ajudam a fingir porque de incertezas petrificadas soçobraram os fidos. Não se quer nada delas! Está farto! O mundo é um grito esquálido e …

Preconceito: Bem Cosmopolita

Por este vídeo é possível notar que a apresentadora faz uma leitura concisa da realidade sobre um cenário caótico que se encontra a boçalidade e a soberba dos "filhinhos de papai" (os jovens burgueses tupiniquins) de todo país. Filhos dos filhos da ganância (empresários, políticos, trambiqueiros, acionistas, especuladores, dirigentes disso ou daquilo) Pensam que o melhor modelo de vida é sobrepor-se ao próximo. Irão dizer: "Mas isso não é privilégio nosso. Preconceito é um bem planetário"! Concordo! Mas a vida é só isso? Ricos e alienados. Felizes com "seus dinheiros" que tudo compram (legais e ilegais: que o digam os comerciantes bolivianos e colombianos) sem compromisso com a sociedade como um "todo", mas iguais a sua ascendência, com o diferencial de não saber calar suas maledicências - por um motivo simplório: sabem que seu dinheiro e o nome de seus pais podem livrá-los até de punições mais severas, em alguns casos, não se limitam a ofensas v…

O possível diálogo sobre a História impossível.

O escrito que segue é mais uma tentativa de mostrar o terceiro lado da moeda a maneira crônica de um humano enviesado. 
Após analisar o artigo “O impossível diálogo sobre a história possível” qual trata da impossibilidade da reforma agrária, texto do Sociólogo Doutor José de Souza Martins, deparei-me com meu insuficiente conhecimento sobre a História agrária, mas suficiente o bastante para dizer que a ordem apontada por Martins é um tanto simplista e às vezes parnasiana apesar de sua contundência ao examinar tanto a história quando os personagens que cita por ela: tanto positivamente quanto negativamente. Para isso cuidei na inversão proporcional do seu título, uma vez que o diálogo já existe há séculos, às vezes com face de monólogo, mas está presente em todos os séculos.  Também me bastou lembrar o que diziam os livros do ginásio sobre os Irmãos Graco em Roma e associar o refinamento das formas de exploração por parte da elite presente para notar que temos um papel predefinido na soc…

Salve o eufemismo!

O vício na claudicação (com a face de mais vantagem¹) ganhou nomes que vão para lá de agradáveis numa sociedade capitalista e organizada.  Salve s sociedade capitalista e organizada mãe de quase todas as bestialidades humanas! O roubo de um político não é exatamente um “roubo” é quebra de decoro parlamentar; O desacerto linguístico numa música é uma licença poética; A desobediência ao plano de metas de um órgão público não qualifica pilhagem, sim má versação do dinheiro público;
Carestia, ágil, preços abusivos não são extorsão nem exploração, mas inflação; A moda do empréstimo é a licença da usura, etc,. Salve o eufemismo mercadológico, político e artístico! Irascível, eu? Só não quero ser um atleta que carrega o nome de uma empresa nas nádegas para brilhar diante das câmeras da TV oficiosa respondendo as perguntas óbvias dos repórteres que parecem ter fugido das aulas de seu idioma e de raciocínio lógico; não quero ser a calipígia que mostra seu anus e quase o clitóris aos vermes masculinos …

Desorganograma da educação ocidental

Sobejo latino americano
AVISO: esse texto pode causar reações adversas. Entre outros: efeitos colaterais hepáticos seguidos de neurastenias.
Por isso sempre digo: Zeus me dê fígado! 
A educação pode explicar a graça ou desgraça de um povo. O texto abaixo pode parecer desconexo se não estivermos a par da historia da educação ocidental e das tentativas de se implantar modelos importados de educação atendendo antes as necessidades econômicas de outras nações em nome de seus padrões de progresso. Do platonismo (uma educação de estado) ao tomismo peripatético (uma educação metafísica) nascem todos os modelos de educação ocidental. Esse monstro hibrido e indeciso caminha ainda hoje alimentando-se de vidas que nascem para servir a dois sistemas mentirosos e calhordas: a Igreja e ao Estado. Isso desde o momento que ambos fundiram suas identidades, fato que durou milênios (não que ainda não haja esse ranço) deturpam qualquer possibilidade de humanidade dos sujeitos ( veja os conchavos da Igreja ru…

Um país alienado. Nãããoo!!!

Um povo apolítico é um povo sem identidade e sem futuro -   quando pensamos num sentido sociológico evolutivo.  O futuro do brasileiro será a refinação das bestialidades do presente e o aumento do parasitismo da elite em relação as suas formas de devorar os pobres e seus cérebros vazios dados ao futebol ou a novela; para não falar nas novas ações televisivas para blindagem da mente dos sujeitos sociais (BBBs, UFCs e outros E-s). Como resultado um cidadão blindado, preso numa bolha de ignorância e consumo de lixo com cortes culturais forjado no marketing das empresas. A alienação está dada Brasil a fora: o sudeste vai atrás de um time de futebol e de uma bateria que nada diz à arte (tudo é carnaval) - recentemente dado a uma sonoridade esdruxula (funk da pior categoria) carregada de letras baixas importadas das periferias: originárias dos laboratórios de entorpecentes tomam conta do país, principalmente, da juventude (também adultos ainda imbecilizados) em proporção igual. Apoiam-se em p…