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Mostrando postagens de Setembro, 2012

Nome aos bois II

Nos aproximaríamos mais da verdade se fosse eufônico e palatável pudéssemos escrever "nomes aos porcos", contudo não seria inteligível no sentido que queremos dizer. Menos ainda se quiséssemos chamar a atenção para essa choldraboldra intitulando este escrito como um termo mais distante de sua semiologia, porém muito próximo da realidade, isto é: "Nome aos javalis". Senhores javalis não nos matem, libertem-nos! Sabemos que o javali é um porco selvagem, um monstro pré-histórico, uma representação da fúria e sagazassassino. Nada muito distante dos homens que vamos apresentar. Não temos tempo nem espaço para falar dos sanguinários pré-europeus, asiáticos, babilônicos, persas, romanos, galeses nem da santa amada Igreja ou de casos mais recentes como a conquista dos espanhóis que dizimaram populações imensas de indígenas (com o santo apoio do papa), nem vamos a miúde do que fizeram os norte americanos em suas conquistas mundo a fora, ou entrar nos detalhes das ações em qu…

Anagramas: Pensei fosse poesia...

K:

Vislumbre flor Singeleza gama Fito opor Doudivana voo Desentendo amor Antonomásia Ana Solipsismo reservado a mim “cor” Eikos dulcíssimo anagrama Púbere dissabor Desconhece maleita insana
Levam-na esplêndido andor  Okies ver-te-ei ama Ausência seu calor Corpo flama.

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S: 
Sobre ela:
Doce olhar Paralaxe A extasiar Fino lábio (ausência) Tomo fantasiar (reminiscência) Cores, um lugar Doce lábio Fino olhar.
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E:
Egéria meso oriente
Tua presença me arrefece Por seu nefelibatismo  Ceve-me Singelo ventre Me aquece
Farto amplexo
Me fortalece. Fina estampa Tece-me Grenhas ao vento  Verve Olhar prisioneiro Me Liberte!
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O:
Senti Sem fim

A loucura como ideologia

Esta epigrafe poderia se dar por "a religião como loucura ideológica das razões comezinhas", mas a extensão não simplificaria o entendimento do que segue, pois não há fuga da possível redundância aos olhos mais atentos, uma vez que religião, loucura e ideologia se confundem inevitavelmente diante da postura que se tenha para tais elementos. Essa crítica pode apenas reforçar o apego de cada sujeito a sua escolha ou causar indiferença com o devido respeito. É que propomos!
A união de pessoas em torno de uma ideia cuja defesa (dessa) seja preciso matar ou cometer suicídio pode ser considerada religião?  Não estaria mais próxima de uma instituição política qualquer ou de uma seita pagã onde o exercício da razão está destituído do modelo racionalista que conhecemos? Os fundamentalistas encontram satisfação no terror e isso precisa ser estudado desvinculadamente de sua religião. É um acesso às avessas (do êxtase) que toda religião propõe.  Não só têm prazer em reduzidos projetos de …

Reciclemos toda sociedade

Uma manhã de domingo. Caminhava pela mal cuidada calçada da rua em direção ao posto de entrega de recicláveis... Empurrava uma bicicleta para de lá ir a uma pista. Ainda sofro da vontade de ter um corpo saudável...
Não é o sexagésimo domingo que faço isso, talvez muito mais que ducentésimo. Não sei... Tenho um amor tremendo pela natureza e pela vida em modos mais singelos de ser.
Uma pessoa singela é a representação mais pura de humanidade.
Não é o que encontramos nas grandes cidades, já não mais nas menores onde a hipocrisia, carregada  nos braços do progresso, altera a mentalidade dos sujeitos em todas as plagas possíveis.
Uma cena constante destas idas ao posto de recicláveis é observar pela sarjeta, calçada e até no meio da rua (caixas, embalagens plásticas e de papel e vez ou outra móveis domésticos) nos dando conta que depois de várias décadas de alertas científicos "os cidadãos" não se conscientizaram da necessidade de cuidar do planeta. Um cuidado que começa com atitudes…

Prostituta pobre e a educação brasileira

Educação no Brasil ou a falta dela!? Poderia também começar afirmando: "PERIFERIA INFERNO DE GENTE VIVA!". Antes é interessante justificar porque a educação que falam num plano geral não é igual a oferecida na rede de educação privada, mas tão somente público, pois os filhinhos da elite estão próximos das médias internacionais em escolas que lhes custam mensalidades equivalente a salários de três ou mais professores da rede pública.
Podemos inferir que o salário do professor não passa de uma mesada de um filho do rico. 
O que justifica tanta discrepância além da gana da elite e de sua sede poder?  Por conta desse padrão a ausência de Educação na periferia, onde vivem a maior parte dos analfabetos funcionais, tem se tornado inferninhos - palcos das alegrias vãs - agora alardeadas até pela TV oficiosa (rede Globo) em suas chulas novelas. As castas também se dão no ramo do conhecimento, já sabemos. Enquanto isso governadores dos Estados de Mato Grosso do Sul, Goiás, Piauí, Rio Gra…