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Viagem a Ilha Sonante (ou Brasilândia)

François Rabelais (1494 - 1553) já no séc. XVI fez esta crítica contundente a Igreja que chega aos nossos dias  como parábola a classe política e judiciária brasileira.Viagem a ilha Sonante "A ilha era habitada por pássaros grandes, belos e polidos, em tudo semelhantes aos homens da minha pátria, bebendo e comendo como homens, digerindo como homens, dormindo como homens.
Vê-los era uma bela coisa. Os machos chamavam-se clerigaus, monagaus, padregaus, abadegaus, bispogaus, cardealgaus e papagaus - este era o único de sua espécie .
Perguntamos porque havia só um papagau.
Responderam-nos que dos clerigaus nascem os padregaus, dos padregaus nascem os bispogaus, destes os belos cardealgaus e os cardealgaus, se antes não os leva a morte, acabam em papagau, de que ordinariamente não há mais que um, como no mundo existe apenas um Sol. Mas donde nascem os clerigaus?
Vêm d'outro mundo, em parte de uma região maravilhosamente grande, que se chama Dias-sem-pão, em parte doutra região …
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TSE - Tribunais Superiores da Encenação

Um herói bem aparelhado sem elmo, mas carregado dos desejos aristocratas: é o chefe do tribunal, pronto para defender os seus e punir os demais. Tal qual diz a máxima: "para os amigos o luxo, para os inimigos a lei". Está mais para um asno! Um vexame, um idiota conhecedor dos meios e personagens literários passando-se por "douto". Sobressai a arrogância!
Os tribunais de maioria corrupta protegem políticos ladrões há séculos! Caso assim não fosse: empresários larápios e políticos escrotos não iriam tão longe!
Que aluguem (oficialmente) o Brasil como sugere Raul Seixas!
Estou profundamente envergonhado por estes Tribunais.
Cada um a serviço de apaniguados da velha política, da sordidez, da má-fé, do jogo sujo de seus afilhados.
NOJO DA CLASSE POLÍTICA, NOJO DE PARTE DO JUDICIÁRIO, NOJO DE PARTE DESTA NAÇÃO ACÉFALA QUE NÃO TOMA AS RUAS, QUE NÃO AGE! Que é dada somente ao preconceito, ao estereótipo, ao trivial. NOJO!

Sociedade da algaravia

Com o fim da guerra fria. O advento da Internet. O avanço do terrorismo. A propagação exacerbada de ideias. O mundo, as pessoas não são as mesmas no minuto seguinte.
Tal que vive-se em todos os campos sociais, do insignificante ao elevado, uma Guerra Franca.
Nesta guerra não existe bem e mal: somente bom e "burro". Não concordar com o outro é quase um crime similar a práticas terroristas de uma batalha virtual.
Uma sociedade habituada a ouvir que "o cliente tem razão sempre" parece ter transposto esta canhestra metodologia para todas as suas formas de convivências. Me parece que ao adquirir um teclado, um "smartphone" implicitamente e inconsciente o sujeito houvera adquirido "100 Kg de razão" para uso vitalício.
Outros, em meio a esta algaravia, se sentem deslocados. Observadores confusos. Em particular sinto a redução paulatina do Q.I. que deveria ser de 75 reduzir-se 1,7 ano a ano...
Zeus me de fígado para aguentar a sociedade da algaravia!

A realidade como farsa poderosa

A realidade não que observamos em qualquer situação não é algo fixo nem depende tão somente de nossa perceção de mundo, nossas veleidades ou desejos no fundamento desta para, consequentemente, fundarmos a tal realidade que almejamos!
No plano político as sociedades, através de ideologias, grupos disputam o fio da realidade com as "armas" que podem. Dão nomes aos regimes sociais que nada fazem além de nivelar a sociedade em camadas de assistidos, desassistidos; posse e luta por posse!
Na democracia existem inúmeras verdades (uma para cada ser, inclusive a justiça), porém todos sabem que não são reais e sim caminhos para seus objetivos particulares!
Enfim, internamente cada sociedade vive sua guerra particular, mas o mote (ou norte: se preferir)  é sempre aquele: os que têm (poder, dinheiro, status, etc) lutando para sufocar os que não têm, os que desejam e os que não desejam tais virtudes! Tais quais mais degradam o homem (o poder, o dinheiro oligárquico, a etiqueta, a políti…

No sense

"No sense"!Perfeito! "Sem sentido" é a melhor definição do ambiente político ideológico brasileiro há pelo menos 120 anos.
Sempre distante dos olhos do povão durante os vários períodos de crises políticas e econômicas, ou de ambas simultaneamente, esteve o soberano e soberbo poder judiciário em suas mais enlevadas estâncias.
Recentemente, não se sabe se pela explosão das mídias digitais, o poderoso ST※ tem feito o papel de chefe político do país gerindo a incompetência dos políticos de plantão. O fato de, supostamente, conter homens de notório saber não o impede repetir estultícias dos seus gerenciados. Sabemos que os poderes quando a república é séria e cada um sabe do seu dever situações como tais não correm, aqui é diferente.
Seu desempenho mostra um sem número de deméritos a suspeitas de toda sorte. Seu último ato (condenar o Estado a indenizar banidos fechando os olhos quando o "Estado leva a precariedade" a segurança, a saúde e a educação do cidadã…

A maldade nossa de cada dia

Olhando as pessoas no trânsito: exercendo seu egoísmo genuíno; no trabalho: em reuniões para tomar café ou em estratégias que combatem pessoas e NÃO erros estruturais; nas redes sociais: destruindo a imagem do outro exercendo seu preconceito vil; ouvido as pessoas nas ruas nos restaurantes (quando inevitável ouvir) falando de ausentes. Observando as crianças felicitarem quando o adulto finge danar-se ou vendo o adulto regozijando-se (como uma criança malvada) com programas de humor que expõem a miséria humana chego a conclusão que o "mal é um bem humano".

1 Brasil para você, 2 para mim;1 para você, 3 para mim...

O Estado Brasileiro, desde sempre, esteve nas mãos das oligarquias empresariais a serviço externo ou de criminosos locais (analfabetos ou bem formados): dos coronéis aos chefes do tráfico, do líder comunitário ao senador da república o Brasil ainda é o Brasil.
Um lugar onde a decadência cidadã é a ordem do dia!
Para ricos ou pobres o que importa é "ser feliz agora". Cada um a sua maneira. Do jeito mais egoísta possível.
Bem comum?! O que é isso? Aqui o que vale é a vantagem! ser melhor que o outro. Sobrepor-se é o que importa para uma população que sofre (ou não sabe como) chegar a fase adulta.