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Mostrando postagens de Dezembro, 2016

Involução

Solipsismo e filáucia

Somente quem tem domínio de suas verdades não sofre com o vazio.
Quem tem verdades sofre - unicamente - da "não privação" de seu domínio.
Quem tem, simplesmente, a verdade domina a desilusão. Apenas sofre com a ilusão os que não dominam verdades e vivem da privação de si caracterizada por solidão. Ou seja, solitude não é ausência do outro: é ausência de si!

Saturação

O Estado e suas farsas sociais;
A TV e suas mímeses;
O imposto de renda;
A monotonia dos "filósofos" da modernidade;
A geladeira azul e branca;
O óbvio plagiado (Coelhos, Curis, Pondés) vendidos como sábios; O artista da vez (o melhor cachê: as piores músicas);
A hipotrofia mental dos políticos;
O crime velado pelas assembleias;
A desigualdade promovida pelo Estado que nega o direito a igualdade pela mão forte da justiça que, por sua vez, desequilibra a sociedade atendendo quem lhe aprouver... O Estado e suas farsas...

ANARQUIA

A anarquia deve ser analisada profundamente e não obliterada.
filosofiapop.com.br/podcast/filosofia-pop-039-anarquismo
Não há mundo bom ou mal sem o outro. Isso sugere que não somos, mas somente pensamos que somos e somos quando fazemos o próximo acreditar que somos algo por nossas ações (boas ou ruins). Instintivamente ou deliberadamente "fingimos ser" pai, ator, bandido ou polícia como forma de sobrevivermos em si. Somente o pesamento anárquico (da auto-gestão) levaria os indivíduos a exercerem suas funções sociais de forma plena, uma vez que não lhe houvesse imposição verticalizada de seus deveres, tal que esses deveres já lhe seriam imanentes.  As potencialidades individuais só existem ou fazem sentido coletivamente se dentro do espectro da liberdade absoluta da anarquia, da auto gestão.

Abortei! Y?

Algumas sociedades se destacam na resolução de seus problemas e vivem anos luz frente a outras...
Não nos cabe enumerar, pois já são de seu conhecimento.
Outras sociedades mais parecem amantes de dilemas. Se pensou "Brasil" acertou!
São centenas que permanecem por décadas sem solução aparente. Menoridade penal, hierarquização demasiada das polícias, super salários, estatização, a celebre corrupção pública - privada nas empresas, preconceito velado e, por fim, o aborto. Este último tem sido palco de embates com posições preestabelecidas. Os sujeitos que defendem o "sim" ao aborto alegam direito individual de escolha; até aí perfeito! Aqueles que defendem "não" ao aborto protestam por uma vida subjetiva, um apelo emocional geralmente baseado em preceitos religiosos sem nenhuma aproximação do verdadeiro altruísmo. Como defender e forçar a existência de uma família (mãe e filho) construída de forma eivada (por um estupro, um descuido, um lapso de responsabil…