Pular para o conteúdo principal

Projeto de desgoverno


É extremante difícil a um cidadão conceber tanta ingerência como vemos no Brasil desde sempre.

Depois de o PSDB privatizar as empresas mais lucrativas (e outras não tanto lucrativas, mas por má administração) exceto a Petrobras - eis que surge, da incompetência do PSDB, o PT que se propõe a transformar o Brasil numa "Venezuela completa" em 8 anos. É sua pretensão governar este pobre (analfabeto) povo...

A Petrobras não escapou da sanha corruptiva que embevece os políticos brasileiros e seus comparsas a que são dados os cargos - resultado: já está em frangalhos saqueada pelos partidários petistas que ocupam o lugar dos técnicos ou dos administradores devidamente graduados; a economia, como um todo, da sinais da era Collor (inflação + estagflação + caos + PIB sem expressão) tudo maquiado em discursos deslavados...

Ou seja, o PT (partido dos trabalhadores), que até no nome é uma farsa, afundará o Brasil em breve, assim como fizeram todos os governos populistas (Hitler, Mussolini, Perón, etc) em seus respectivos Estados. O lulismo não deve nada a desfaçatez a que se submeteram estes líderes. 12 anos no poder equivalem-se a 12 anos de corrupção e vexames políticos, inclusive de sua estrela maior: o líder que nada sabe quando seus comparsas são flagrados roubando...

Se o nome do Brasil no mundo já era sinônimo de chacota com estes líderes tornou-se agora sua representação franca. Vide o caso em que Israel zomba da diplomacia brasileira classificando-a como anã diplomática.

PS

Seria inteligente sair antes que vinguem projetos de guerras civis (com consequente mortes de inocentes), antes que aprovem M.P.s de achaque a mídia, antes que se institua pane política e reine a acracia como vemos na Venezuela do seu compadre (nada) Maduro... Seria inteligente olhar para a história e aprender com ela, mas isso é uma tarefa difícil para o brasileiro: um sujeito esperto, sagaz que busca vantagem sem se importar com as consequências... Este é o Brasil dos petistas!

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Cabelo ao vento

Que passas... (?)
                    Ao luar;
Quais sinas... (?)
                    Hão aquietar;
Que mares... (?)
                   Há de singrar;
Dos amores!
                   Feliz, amainar;
Da sagacidade...
                   Intuspecta cor – relumar;
Do cabelo a brisa...
                   Sibilista olhar;
Por Febe semp’ terna
                   Há d' estar.


Vulnerant omnes, ultima necat

Esta inscrição (título) em Latim (como outras tantas) encerra um caráter excessivamente preciso sobre a vida ou sobre nossas ações e o modo como "não" percebemos o mundo.

Talvez possa induzir fracos pensarem que nada valha fazer porque a ordem de tudo é um fado... Mas o que pensam sobre tal frase os que não se importam com os demais?

Não percebem que caminhamos todos para um nada comum! Homicida não é somente aquele sujeito que tira a vida do outro, mas todos aqueles que impõem suas veleidades sobre os demais para vantagem pessoal.

Qual a diferença de falastrões, profetas, marqueteiros, palestrantes e políticos? Nenhuma...


Em equivalência não atentam para os ponteiros da vida e não entendem o significado dos dias em que "vulnerant omnes, ultima necat*. Que sim, algumas de suas verdades não valem um quinto do que lhe é dado. Que tantas outras que tornariam a vida de "muitos" melhor é deixada de lado... Porém cada um olha apenas para sua marcha como se fosse a mai…

Sartre: o filósofo do nada e da decisão.

Entre as frases mais conhecidas de Sartre está a que diz que “o homem está condenado a ser livre”. Para este filosofo só o egoísmo nos explica. Não o egoísmo de Adam Smith, mas talvez se aproximasse do egoísmo hobesiano não houvesse uma distinção clara entre indivíduo e Estado respectivamente.
É através de uma necessidade egoísta que temos a obrigação de escolher “ou não” (que também é uma escolha, isto é, escolho não escolher). É ai que nasce sua certeza de que existe liberdade na ação do homem independente do seu tipo de escolha: se ação ou inação. Segundo seu pensamento o poder da decisão não é determinado pelas circunstâncias. Se assim fosse teríamos de imaginar que um mundo perfeito deveria existir com circunstancias estritamente agradáveis e imutáveis. Isso é impossível por ser um antimundo, um mundo da ideia, um mundo ilusório. Sua crítica existencialista o obriga a defender a inexistência do divino sobre o homem. Pensamento este que o aproxima de Feuerbach no sentido de dizer que…