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Hermenêutica profissional / profissionais soberbos

Profissões são respostas as causas sociais. Isso é liquido e certo! O ser profissional é uma causa temporal dentro duma causa social e coletiva (poucos entende-se assim: acham portentosos em suas representações). A causa temporal é sua necessidade e o que ela represente num átimo. Então o "ser" profissional representa a si numa causa social mediante aprendizado de técnicas que embute inúmeras causas. Em suma: Os profissionais são atores em causas próprias atendendo e favorecendo uma causa coletiva. Não passam disso: Representações individualistas das causas do estômago e vítimas do status in lócus derivado do modelo mental de cada sociedade para as causas comuns e alheias. Mas!!! Não um "mas" comum e adversativo. Imagine um "mas" ubíquo.  Um que não fuja ao pedantismo de nenhum profissional - principalmente dos (profissionais) instituídos ideologicamente e sem necessidade prática (a não ser servir para manutenção do status quo e da dominação). ...

O Brasil é uma novela sem graça

Depois do tele jornal o tédio: A cada dia evidencia-se (claramente sem rebuços) que para estar de bem com a vida é preciso entrar na bolha da idiotice. Deixar que a mídia manipuladora diga o que faz sentido ou não em sua vida. Há muito que tratamos nestas páginas sobre a imbecilização do povo brasileiro por sua maior representante televisiva e agora suas concorrentes que se replicam. Há décadas a introjeção do futebol e da novela na mente do povo nos moldes de uma religião tem feito do brasileiro um acéfalo, feliz e obtuso. Hoje (sexta-feira 19/10/2012) a TV brasileira vangloriava-se de emplacar seu produto mais boçal mundo a fora com picos de audiência equivalentes a um espetáculo esportivo. Com direito a ser lembrada nos principais jornais do planeta (Londres, Nova York, etc.,) como se fosse uma coroação ser lembrado por ingleses ou americanos. Imprensa falando implicitamente da força imprensa - nenhuma reflexão sobre o condicionamento da massa. Uma coroação SIM! A da manipulaç...

Engodos oficiais

Quando um povo não tem esperanças se sente obrigado a agarrar-se em qualquer demonstração de força, até quando ELA é nada mais que o que se deva fazer... A tábua de salvação é construída a partir de uma fuga coletiva da realidade e um vislumbrar saudoso de uma utopia necessariamente ajustada a partir do momento crítico desta fuga. O jovem país democrático ainda fantasiando o futuro como um adolescente entregou as bananas aos macacos, ou seja, o dinheiro a quem só queria dinheiro. Entregou o Poder a uma quadrilha organizada dentro das instituições sindicais; pelegos do jogo duplo. Os sindicalistas são crias quasimodais dos sofistas. Não há dúvidas! Mas o povo se alegra com seus berros de Robin Hood tosco e rouco. Este é o Brasil que agora tenta, dividido, retomar o sentido de equanimidade e isonomia. Vai dar certo? Teremos novos ladrões no poder? SIM, pois historicamente nossos governantes são apenas administradores de sistemas. "E" não homens nacionalistas dispostos a lu...

Encontre seu candidato na sarjeta!

Eleições 2012. Encontre seu candidato na sarjeta! Seria o logo mais apropriado para campanhas eleitorais. - Ei olhe para mim aqui embaixo! É o que parecem querer dizer os candidatos a algum cargo eletivo no Brasil. Mas... A pergunta que não quer calar... Eleições para que? As figuras tarimbadas de sempre estão novamente disputando uma vaga numa Câmara  Municipal, ganhar cerca de 7 mil Reais para mudar nome de ruas, dar nomes a hospitais, escolas, creches que guardam os filhos dos pobres (enquanto estes ganham a décima quarta parte de seus salários), barganhar verbas estaduais e federais para o bem de seu município... Acredite se quiser! O exemplo dado durante na campanha mostra o desespero dos candidatos em buscando conquistar uma vaga, mas principalmente, o desrespeito ao meio ambiente e as pessoas. Em frente a Zona Eleitoral - Santo André, SP No dia da votação o descumprimento da Lei é escrachado: militantes e partidários oferecendo cartões de seus candi...

Nome aos bois II

Nos aproximaríamos mais da verdade se fosse eufônico e palatável pudéssemos escrever "nomes aos porcos", contudo não seria inteligível no sentido que queremos dizer. Menos ainda se quiséssemos chamar a atenção para essa  choldraboldra  intitulando este escrito como um termo mais distante de sua semiologia, porém muito próximo da realidade, isto é: "Nome aos javalis".  Senhores javalis não nos matem, libertem-nos!  Sabemos que o javali é um porco selvagem, um monstro pré-histórico, uma representação da fúria e sagaz   assassino . Nada muito distante dos homens que vamos apresentar. Não temos tempo nem espaço para falar dos sanguinários pré-europeus, asiáticos, babilônicos, persas, romanos, galeses nem da santa amada Igreja ou de casos mais recentes como a conquista dos espanhóis que dizimaram populações imensas de indígenas (com o santo apoio do papa), nem vamos a miúde do que fizeram os norte americanos em suas conquistas mundo a fora, ou entrar no...

Anagramas: Pensei fosse poesia...

                                                               K: Vislumbre flor Singeleza gama Fito opor Doudivana voo Desentendo a m or Antonomásia Ana Solipsismo reservado a mim “cor” Eikos dulcíssimo anagrama Púbere dissabor Desconhece maleita insana Levam-na esplêndido andor  Okies ver-te-ei ama Ausência seu calor Corpo flama. ________________________ S:  Sobre ela: Doce olhar Paralaxe A extasiar Fino lábio (ausência) Tomo fantasiar (reminiscência) Cores, um lugar Doce lábio Fino olhar. ________________________ E: Egéria meso oriente Tua presença me arrefece Por seu nefelibatismo  Ceve-me Singelo ventre Me aquece Farto amplexo Me fortalece. Fina estampa Tece-me Grenhas ao vento  Verve O...

A loucura como ideologia

Esta epigrafe poderia se dar por "a religião como loucura ideológica das razões comezinhas", mas a extensão não simplificaria o entendimento do que segue, pois não há fuga da possível redundância aos olhos mais atentos, uma vez que religião, loucura e ideologia se confundem inevitavelmente diante da postura que se tenha para tais elementos. Essa crítica pode apenas reforçar o apego de cada sujeito a sua escolha ou causar indiferença com o devido respeito. É que propomos! A união de pessoas em torno de uma ideia cuja defesa (dessa) seja preciso matar ou cometer suicídio pode ser considerada religião?  Não estaria mais próxima de uma instituição política qualquer ou de uma seita pagã onde o exercício da razão está destituído do modelo racionalista que conhecemos? Os fundamentalistas encontram satisfação no terror e isso precisa ser estudado desvinculadamente de sua religião. É um acesso às avessas (do êxtase) que toda religião propõe.  N...