Quando a burguesia suplantou o feudalismo e em seguida as monarquias subtendia-se ou procurava-se vender a ideia de que as sociedades não mais comportariam o modelo estamental. No entanto sua indumentária pregressa de escravização dos imigrantes campesinos, suburbanos e até crianças apenas aumentava o abismo social - não fosse o agravamento destas distinções e a refiguração das lutas a partir das conquistas socialistas ainda teríamos subgrupos estagnados tal qual fora no modelo feudal. É preciso lembrar que o trabalho em qualquer época é reconhecido pelo seu aspecto moral e solidário a partir disso se criam formas complexas de entendimento das relações: os economicistas e suas formulas adequadas, a religião e seu zelo implícito no trabalho argumentando sorrateiramente que do “suor vive o homem” infundindo no seu membro e em tom universal que há uma ordem suprema implicando nesta determinação. O problema é que nem todos a atendem e boa parte dos homens vi...
Anarquia, paralogismos e afins! O Viés do óbvio.