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Veleidades pau Brasil

Vejo agora um homem ostentando sua arma com um olhar canino sobre todos a sua volta, vejo o que tenta passar sem ser visto querendo ludibriar o próximo para adquirir aquele produto, item da moda, esquematizado nos moldes da obsolescência programada. Vejo o próximo absorto em veleidades. Vejo a grande farsa tomar a nação em nome de ideologias fajutas e de curto prazo. Vejo que tudo seria mais simples se tivéssemos políticos sérios, logo um povo comprometido; se tivéssemos educação e distribuição de renda justa não precisaríamos destes bonecos prontos para morrerem ou matarem outros marionetes do sistema em nome do próprio sistema que falhou na educação e na  distribuição dos bens da Nação - que sendo assim atende a oligarquias formando um teatro dos horrores chamado Brasil.

O possível diálogo sobre a História impossível.

O escrito que segue é mais uma tentativa de mostrar o terceiro lado da moeda a maneira crônica de um humano enviesado.  Após analisar o artigo “O impossível diálogo sobre a história possível” qual trata da impossibilidade da reforma agrária, texto do Sociólogo Doutor José de Souza Martins , deparei-me com meu insuficiente conhecimento sobre a História agrária, mas suficiente o bastante para dizer que a ordem apontada por Martins é um tanto simplista e às vezes parnasiana apesar de sua contundência ao examinar tanto a história quando os personagens que cita por ela: tanto positivamente quanto negativamente. Para isso cuidei na inversão proporcional do seu título, uma vez que o diálogo já existe há séculos, às vezes com face de monólogo, mas está presente em todos os séculos.  Também me bastou lembrar o que diziam os livros do ginásio sobre os Irmãos Graco em Roma e associar o refinamento das formas de exploração por parte da elite presente para notar que temos um papel pr...