Enquanto máquinas a serviço da sociedade ou das buscas particularizadas vivemos limitações geradas nas eventualidades e para estas: uma peça do sistema que se movimenta de forma monótona, idas e vindas para fins equivalentes; infinitas verdades; intermináveis mentiras; objetivos uniformes; buscas que se repetem como uma análise tautológica de um "acadêmico do acaso ou por ter vendido muitos livros". Além do literato da autoajuda já se sabe: fala-se aqui de um filho do Kismo, o sujeito do dia útil. O dia que se serve a alguma circunstância remunerada recebe-se essa consideração; o dia que vive-se para si nenhuma classificação. Por quê? O “dia” independente de conceitos mercadológicos é nossa grande casa, um interstício consigo, com o passado e futuro. Isto nos leva a crer que não há razão para dividi-los em escala de valor. Por outro lado dia útil pode ser um conceito, neste caso cada um tem o seu...
Anarquia, paralogismos e afins! O Viés do óbvio.