A perfeição dos super-heróis, líderes, profetas e outros boçais do gênero encanta a muitos. A mim sem considerações... Prefiro o anti-herói, o ser não incrível. O homem-nada, mas um homem lógico, sem rebuços. Deitado no chão do meu quarto branco e seu breu, em posição "vitruviana", ouvindo uma flauta psicodélica: vinha a mente meus mortos que ninguém os salvou... Meus mortos são minhas sombras invisíveis que as tenho em claro, no escuro ou até em lusco-fusco. Por favor não os incomode, seja feliz você seguindo as práxis que os seus lhes inculcaram.
Anarquia, paralogismos e afins! O Viés do óbvio.