Imagine um tubo de ensaio. Elementos se misturando para formar algo novo. Algo que fundamente novas ações em outros seres, experimentos que determinam novas circunstâncias, ideias que curam - soluções para novas soluções. Infusão. Imagine um coletivo, um tubo de ensaio não com uma só ideia e um fim, mas milhares. Sujeitos querendo se misturar, querendo provar ao outro que já sabem muito... Que suas ações são incríveis, que suas ações são antídotos contra dores da alma porque em algum momento superou a todos em felicidade. Que suas viagens foram as mais “mais”... Ideias não mais para cura, mas para mostrar altivez. Um mundo a parte (de aparências). O coletivo é um tubo de ensaio às avessas. Os sujeitos parecem querer provar a seu interlocutor que deram certo de alguma forma, contudo só lhes contam em alto e bom tom suas pseudo vantagens, conquistas, viagens, etc.,. Ouvia coletivamente um diálogo desses. Dois advogados. Pareciam querer vingar-se da regra culta de usual em ...
Anarquia, paralogismos e afins! O Viés do óbvio.