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Rolé para inferno sociológico

A elite brasileira está colhendo os frutos de sua imbecilização!

A vulgaridade das periferias que ganhou espaço nos horários nobres da TV agora é a vertente mais segura para essa massa anencéfala! O que fica a título de arte na TV (arte duvidosa é claro) torna-se uma doença social nas ruas: a (des) puerilização da ostentação (não se sabe).

A bestialização de um povo começa na TV e acaba num shopping center! Não há nada de errado até aqui... A procissão sugerida pela midiatização do consumo desenfreado segue o moda e toma sua Meca!

Pronunciamentos do Estado, de sociólogos, psicólogos e afins não servem para nada se o que faltou no início das vidas da plebe foi o respeito. O caos está dado e sua única forma de solução está na mira das balas de borracha ou em seus porretes que já são usados a dezenas de anos nas partidas de futebol.

Esse novos grupos nascidos dos guetos viverá a mercê de suas ilusões; pensando que fazem parte de uma sociedade de consumo - quando muito "ávida colando as patas nas vitrines dos shoppings", que desde já, tenta renega-los.

Eis o mundo real jovens estúpidos das periferias! A sociedade os quer apenas como mão de obra barata!!!

O Estado é uma farsa e sua maior peta e manter o bem estar do povo!

A elite sempre esteve de costas para a periferia e agora vemos jovens idiotas querendo 

ser igual a esta. Isso me lembra termos como "opressor e oprimido" (Paulo Freire).

O homem de tanto viver sob a opressão assimila as características do opressor e as repete 

involuntariamente (paráfrase). Porém neste caso o misto de ignorância é tamanho que não se sabe o 

que é voluntarismo ou não.... 

Os estudiosos estão atônitos, o governo sempre esteve... No entanto para uma causa um efeito.  

Para nós a resolução de muitos problemas está na igualdade social, evitaríamos, portanto a dissenção de classes que "vivem do lixo" lambendo as "vitrines de luxo das classes abastadas". Agora também proibida de lamberem em "bando" como gostariam...

A cada dia fico mais impressionado com a limitação da elite e o frequente gosto pela grama que os pobres da periferia assumem!

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