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Rachel Sheherazade comenta discriminação a nordestinos

      Jornalismo reflexivo e objetivo! Fez uma leitura concisa da realidade sobre um cenário caótico que se encontra a boçalidade e a soberba dos "filhinhos de papai" (os burgueses tupiniquins) de todo pais. Filhos dos filhos da ganância (empresários, políticos, trambiqueiros, acionistas, especuladores, dirigentes disso ou daquilo) Pensam que o melhor modelo de vida é sobrepor-se ao próximo. Ricos e alienados. Felizes com "seus dinheiros" que tudo compram (legais e ilegais: que o digam os comerciantes bolivianos) sem compromisso com a sociedade como um "todo", mas iguais a sua ascendência, com o diferencial de não saber calar suas maledicências - por um motivo simplório: s abem que seu dinheiro e o nome de seus pais podem livrá-los até de punições mais severas, em alguns caos, não se limitam a ofensas verbais, mas vão de agressões a assassínios.  Constantemente observo filhos de nordestinos - na parte sudeste do país - quererem fugir dos estereót...

Tempo Social - Agrarian Reform: the impossible dialogue about the possible History

Tempo Social - Agrarian Reform: the impossible dialogue about the possible History Para contrastar e não tornar o tema monótono devido o sentimento de superioridade no assunto por parte de Martins¹ pode ser visto também o artigo de José Flávio Bertero* "Uma Crítica a sociologia rural de José de Souza Martins" no link abaixo: http://www.pucsp.br/neils/downloads/v17_18_bertero.pdf 1Professor Doutor do Departamento de Sociologia da USP (Universidade de São Paulo) *Departamento de Ciências Sociais da Universidade Estadual de Londrina (PR)

Diálogos subjetivos: O Imperador e o sonâmbulo

 Nas noites que sofria desta inquietação do sono descia de seu quarto e acomodava-se na sala como se alguém o esperasse. De fato. Em sua ilimitada imaginação esperava e o tratava por “Imperador”. Estava sempre ali pronto para um diálogo. Inicialmente eram curtos. Trocavam duas ou três frases, logo retornava ao sono escorreito em seu quarto.  No segundo mês a conversa tomava corpo mediante a intensidade das questões colocadas pelo “Imperador imaginário” sempre com real perspicácia de um nobre em suas teses. No mês seguinte os diálogos se afinavam em questões existenciais... Já deveria ser a sétima visita do Imperador em sua sala.  Até então não entendi seu sonambulismo nem as razões pela predisposição em dialogar com Imperador irreal. Como espectador nesta sala assistia a um embate de pretensões filosóficas com caráter de monólogo - um agregado que observa a razão de seu hospedeiro. Lá estava personificado num alter-ego não sei se de Imperador ou sonâmbulo. Obse...

Morte aos ídolos!

     A idolatria se confunde com a história da humanidade independente do lugar, fim social ou época. Isso já é saber de todos principalmente dos sujeitos que estão fartos desse vício no erro, isto é, o autodesapego ou medo, a projeção no espectro de uma veleidade ou a inveja icária do inadmissível, a transmigração do desejo ou a insatisfação consigo terminam por fundar os elementos de construção dos ídolos. Devem existir outras tantas dezenas de antíteses que conflagrem esse desastre do pensamento, mas não nos cabe nem seria inteligível enumera-los por isso fiquemos no plausível. Neste contexto é fato que o "ídolo" seja para muitos o alimento do corpo etéreo¹: o anelo da "alma" projetado num ser real ou imaginário.       O corpo etéreo ou alma (nada mais que pensamento) tem características não sensíveis que dependem do corpo físico, mas somente quando estão dissecados por conceitos dogmatizados. Contrário disso amalgamad...

Amor: Convenção social número III

    Não demora muito e começa-se a entender a vida de uma maneira muito particular.     Entrando na fase racional da vida o indivíduo se sente extasiado ao lembrar-se da poesia épica de Camões e entende todo aquele apogeu vicejante de suas palavras como uma verdade suprema. Afinal o amor parece de fato "fogo que arde e não se vê ferida que dói e não se sente", mas até onde isso é verdade?     Onde acaba o "amor" sonho lírico sustentáculo do desejo? Ou a questão seja só ‘onde acaba o desejo? Talvez acabe na convivência, no jogo de poder que se desenvolve, implicitamente, em algumas relações, nas incompatibilidades descobertas na rotina ou na simples mudança de ponto de vista de um dos sujeitos da união.     O que molda as atitudes não é exatamente o amor, mas o desejo, a excitação que precisa tomar uma nova cara, uma fórmula de acordo com um "certo" contorno que privilegia o ego dos envolvidos. En...

Ensaio sobre a mesmice.

Reconhecendo abertamente que somos em dado momento apenas mimeses, plágios baratos, aos nossos predecessores e nosso pensamento pouco vai adiante do que alguns foram nota-se que não alargamos nem meio grau por século o circulo sobre conhecimento; a parte conhecimentos tecnológicos e bélicos; ah estes estamos sempre à frente do dia anterior... Diante do emaranhado, circunstancial, convenientemente arranjando pela tecnologia  ou pelo belicismo das nações mais poderosas que não tardam em submeter outras em qualquer sentido lhe convenha. Em meio a tantos hipocrisias e protocolos boçais percebe-se que um ramo fomentador de cultura dentro da mesma cultura definhou há tempos em várias nações, ou seja, a "preocupação com a formalidade de sua Língua"; isso agora também é uma letra morta. Quais suas causas? O marketing? A gana capitalista da elite e dos novos burgueses que querem ficar ricos disfarçando o termo progresso em seu anelo de usura? A volúpia do consumidor que se abs...